Primeiro de Maio
(para os colegas da Agência 1249-1)
Abertura de licitação de concurso público para provimento de vaga em istituição financeira federal. Vagas limitadas.
Convocamos os aprovados a assinarem o contrato e tomarem posse de sua vaga.
No princípio do começo foi assim.
Um determinado dia teve início teu contrato com o BB.
A empresa já tinha um tempo de atividades. Já tinha um nome reconhecido no mercado financeiro nacional e internacional. Tinha normas internas instituídas, uma missão definida...serviços a prestar à comunidade, já negociados...
Aos poucos e com o passar do tempo, você foi se interando das atividades do banco, foi aprendendo e executando o aprendizado junto aos clientes, em forma de serviço, que dada a estrutura da empresa, a complexidade dos produtos oferecidos aos clientes, e pelo grande número de funcionários prestadores destes serviços, se fez necessário criar normas e regras para formalizar a realização destes serviços.
Aos poucos estas regras de execução das tarefas e serviços começaram a ser escritas e organizadas de forma a tornar uniforme a execução das tarefas pelos milhares e milhares de funcis, distribuídos nas milhares de unidades prestadoras de serviços em todo o território nacional e unidades no exterior.
Ao conjunto destas regras escritras durante o passar do tempo, e por diferentes pessoas, deu-se o nome de LIC.
Todos os dias, para a correta execução de uma tarefa desconhecida, ou a cada dúvida sobre um produto onde já se tenha algum conhecimento, ou qualquer procedimento em relação às tarefas, é recorrido ao LIC. Às vezes, mais do que uma vez ao dia.
Tem dias, ocasiões, que se requer o acesso ao LIC, muitas vezes ao dia. Todos os dias da semana.
Com o passar do tempo e o manuseio do LIC, a experiência funcional vai se acumulando e vão sendo galgados diferentes cargos dentro da empresa.
Cada cargo vai sendo auferido conforme a especialização, o interesse de cada um sobre as tarefas, mas sempre baseado no LIC.
Da vestimenta ao baseamento ético, do extrinsico ao intrínsico, do evidente ao camuflado... tudo baseado no LIC. Sem este laço, a empresa não funciona.
Entretanto, este laço se mantém no invisível, para aquele que usa o produto bancário. O cliente nem sonha, não cogita a existência do LIC. A concorrência, supõem. É provável que também cultivem os seus próprios lics.
O BB é uma das 5 empresas mais antigas do mundo. Este “manual” tem contribuído para tal. O BB é uma das empresas brasileiras com maior arrecadação de lucro. O uso e a prática do LIC tem dado os resultados.
Tenho colegas com mais de vinte anos de empresa. Tenho colegas com mais de trinta anos de empresa. Tenho colegas que se dedicam totalmente à empresa: nove, dez horas diárias, e quando saem pela porta do banco continuam trabalhando, porque não conseguem se desligar. E tenho colegas, que mesmo lá dentro, nunca se ligam.
E o que me choca, é que pra maioria de uns e outros, só existe aquilo. Com pequenos prelúdios com alcool, drogas, vazio, solidão... cara fechada na segunda-feira, escassez de sorriso o tempo todo. (Tem clientes que chegam na nossa frente e saem, sem ganhar uma atenção: só mecanismos). Somos liquizados. Homogeneizados. Refrigerados pelo sistema. E o outro se torna um Ourocap, um Seguro, disfarçado de pessoa.
Somos cumpridores de metas de trabalho. E só.
O sistema tira nossa parcela gente, da gente.
Interessante que pra este leque de vaziedades é dedicado todo nosso tempo, todo nosso conhecimento, toda nossa energia, toda a capacidade intelectual da pessoa, e no final conseguimos produzir apenas um serviço, dos milhares e milhares que se entrelaçam e se permeiam no mundo/vida social.
Nos especializamos tanto, nos dedicamos tanto, nos doamos tanto, muitas vezes vamos contra nossos valores, sufocamos nossos sonhos, nosso caráter, nossa maneira de ser e pensar...tudo em troca de um sistema.
Nós somos levados a nos pensar como sistema. Mas de uma forma totalmente individualizada. Me repugna o outro. De preferência que não me toque. Não me olhe. Nem se entrometa comigo. Me cansa o sorriso que eu tenho que liberar, porisso fico com minha cara amarrada, porque vai que alguém sorria pra mim e eu tenha que sorrir de volta? O que que eu faço, pois eu esqueci como se sorri de graça. Eu esqueci como é isto de sorrir pra alguém por nada, sem motivo algum aparente.
Agora, porque a empresa me paga um salário, e enquanto eu estiver com a senha ativa no Sisbb, mas somente naquele meio tempo, só ali, eu devo sorrir (mas só um arreganhar de dentes) quando estritamente necessário, porque a empresa está pagando. Fora disso, porque? Praquê?
Talvez o único momento diário de riso de alguns, seja a piadinha idiota e vazia do “Tri”.
O ser humano está sendo tri-malpensado, tri-maltratado, tri-malamado, tri-malpago, tri-malinformado... mas num mundo cheio de informações, cheio de produção, cheio de acúmulo de renda... Que coisa confusa.
Tem tanto assunto sobre comida, tanta receita nova, tanto tempero novo... E tanta falta do que comer, de gosto em se comer, em se viver.
De que adianta encher a barriga, se o coração tá vazio? Ou o inverso? Cadê o equilíbrio?
Mas o ser humano não sabe onde encher o coração, porque ele acostumou a comprar tudo o que sente falta, e o que enche o coração humano, não está à venda em nenhum lugar.
O ser humano se tornou um cão andando atrás do próprio rabo. Ele quer alcançar uma parte de si mesmo que fugiu do seu alcance: seu próprio coração.
E como a boca fala do que o coração tá cheio, não se tem mais sorriso, carinho, amor, interesse desinteressado, pelas outras pessoas. Não se tem nem pra si, quanto mais pra repartir?
Tem tanto psicopedagogo, pscoisso, psicoaquilo, e o ser humano não se conhece mais. O ser humano não sabe mais se olhar sozinho. Parece estarmos com medo de nós mesmos, porisso pegamos um desconhecido pra nos auxiliar a nos ver: vai que eu me transformei num bicho estranho?
Quando anulamos nossa humanidade, quando não temos amor ums pelos outros, nós nos tornamos bichos muito estranhos. Com uma aparência aparentemente humana, mas com um coração medonho. Estranho.
Minha alegria própria, meu simples gozo pelo fato de estar vivo, é aos poucos e ininterruptamente esmagado pelo sistema.
Cada empresa, cada microsistema vai usando seu modo particular de anular seus seres humanos privativos.
A nível de mercado, de sociedade como um todo, eu imagino cada ramo de atividade produtiva reproduzindo este esmagamento do ser humano: é no sistema de produção, de serviços, lá na roça...A nível mundial eu imagino isto ocorrendo na comunidade mais distante da Africa, da Ásia...no Alasca...
O ser humano voltado e envolto pela sua atividade funcional. O produto do seu trabalho, produzindo o trabalhador: daquilo que produzimos nos tornamos o produto. O tiro saindo pela culatra.
Tem alguma coisa invisível corroendo o lado “gente” das gentes, em todo o mundo.
_____________________________________________________________________________
Quando eu li o LIC dos lics, eu entendi o amor de Deus por cada um de nós.E reassumi a parte que me cabe deste amor.
O meu sorriso independe da minha plugação com o Sisbb, pois minha vida, minha alegria, minha liberdade de ser eu mesma foi negociada e paga pela moeda de maior valor que existe, que é o amor de Deus por mim, manifesto por Jesus.
Deus nos amou “de tal maneira” que entregou seu filho pra morrer no lugar de todo aquele que está morto/anulado/esmagado pelos diferentes sistema do mundo.
Leia o Lic dos lics ...”e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará (Jo.8:32).
Vem pra Cristo, você também.
Suelisilvania.blogspot.com
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Quem Criou Teu deus ?
Quem criou teu deus?
(Pode a criatura criar seu criador?)
1-Se tu pensa que Deus é um só, tu que criou teu deus;
2-Se tu entende que tudo leva a Deus, tu que criou teu deus;
3-Se tu cometes pecadinhos às escondidas de Deus, tu que criou teu deus;
4-Se tu lê o horóscopo do jornaleco, tu que criou teu deus;
5-Se tu pensas que ir na cartomante não dá nada, tu que criou teu deus;
6-Se tu trata as pessoas conforme elas te tratam, tu que criou teu deus;
7-Se tu manda e desmanda na tua vida, tu que criou teu deus;
8-Se tu vem antes do outro, tu que criou teu deus;
9-Se tu reclamas de tudo, tu que criou teu deus;
10-Se teu trabalho está acima de tudo, tu que criou teu deus;
11-Se tu és infiel nas tuas atitudes, tu que criou teu deus;
12-Se tu fuma, (Ah, mas é só um cigarrinho..), tu que criou teu deus;
13-Se tu julga as pessoas, mas com razão, tu que criou teu deus;
14-Se as materialidades é que importam pra ti, tu que criou teu deus;
15-Se tu vives em função do dinheiro, tu que criou teu deus.
16-Se tu sabe tudo que é bom pra ti, tu que criou teu deus.
Felizmente, o Deus que criou tudo, não foi criado por ninguém.
O verdadeiro Deus não precisa ser criado por nós, precisa ser é conhecido.
Existe um deus que nós criamos nas nossas cabeças conforme nossas idéias e conclusões adquiridas, conforme nossos achismos, conforme o que pensamos, e que acabamos por confundir com a imagem daquele que criou tudo.
E pior do que isso: é passarmos nossa vida enganados por nós mesmos, crendo naquele deus criado por nós a partir dos nossos pensamentos equivocados.
Deus não é alguém resultante de um pensamento, de um querer, de um achar... Deus não é nada do que tu possa imaginar.
Deus não é alguém sobre o qual nós podemos dizer: “Eu acho isso...”
Sobre Deus não nos cabe achar nada, nem fazer julgamento a respeito.
Sobre Deus não nos é dado a capacidade de criar qualquer conceito sobre. Por mais “bonito” que nos pareça. Somos muito limitados para atinarmos sozinhos o que seja Deus.
Deus é Deus.
Quando digo que Deus é Deus, eu quero dizer com isto, que não tem outra forma de definí-lo a não ser dizendo o que Ele realmente é. E o que Ele realmente é, é o conjunto de definições que Ele mesmo disse de si, na Bíblia Sagrada.
Eu só posso me referir à Deus com definições que Ele mesmo deixou escrito sobre si, pois fora disso eu cairia em gravíssimo erro.
Por que gravíssimo? Porque do conceito que eu faço de Deus dentro da minha própria cabeça, depende todo o meu existir. Todo meu deitar, levantar, trabalhar, namorar, ... tudo.
E se eu estou baseando a minha existência num alicerce errado, toda a minha vida estará errada, e nunca estará de pé, pois o alicerce não comporta.
E o resultado disso é que se trabalha...estuda...e não se sai do lugar, não se consegue nada. Aí nos decepcionamos. Ficamos tristes. Ficamos depressivos. Ficamos dependentes física , química e pscologicamente de algo, alguém ou de alguma coisa.
Falando sobre minha experiência própria, eu entendia, desde a minha infância, que teria de haver alguém que tivesse feito todas as coisas que meus olhos viam, e que não eram produzidas por pessoas. Meu pai era agricultor e carpinteiro. Eu gostava de ver ele fazendo uma carreta, uma canga pros bois...eu ia pra roça com ele, e ficava olhando ele lavrar a terra e passar o disco...
Meu pai, pra mim, era a pessoa mais capaz que havia, mas eu sabia que a lua no céu, ele jamais poderia ter feito. Então eu pensava: alguém fez a lua, tão bonita. Quem será?
Quando a mãe chegava em casa, do hospital, com outro nenê novo, e quando ele chorava, eu pensava: quem fez o choro barulhento das crianças, será que foi a mãe? Mas eu via que ela também não gostava do barulho do choro, então eu vi que não era ela.
E assim, com o tempo eu fui, como todas as demais pessoas, construindo uma idéia, um conceito, sobre esta coisa de existirem coisas que não foram as pessoas que fizeram, e sobre quem seria este “trabalhador” invisível que fazia, mas que não se mostrava aos meus olhos. Aos olhos de ninguém.
Chegou um momento, em que eu percebi que um ser humano pode fazer muito pouco. Depois quando fiquei adulta, eu vi por mim mesma que eu não podia fazer nada, em relação a diversas coisas que eu sentia vontade de fazer alguma coisa, e que eu me empenhava em inúmeras tentativas, de diferentes formas, jeitos, situações, mas que não surtia o efeito desejado, ou nenhum. Então passei a ver que existia alguém que se “entrometia” diretamente nos meus assuntos, mas de forma invisível, as vezes destruindo e as vezes construindo resultados inusitados.
Eu comecei a pensar: Há algo vivo que existe no invisível, e eu quero saber o que é isto, pois ele está me atrapalhando, as vezes, e às vezes me ajudando. Eu quero me aliar a esta força. Fazer bom uso dela. Usar ela sempre ao meu favor.
Então me aprofundei em buscas, como aquelas citados nos ítens acima. Foram as maneiras que eu encontrei. Eram as formas que o mundo me ofereceu, e eu as peguei.
Eu passei a ler horóscopo, me divertir, ir em cartomante, meditação, energização... Fumava, bebia. Fiu em rodas de batuque. Participei de mesas de espiritismo, etc, etc
Um dia larguei tudo e fiquei frequentando somente o catolicismo. Mas aí tu começa a estudar a história do catolicismo (que é confundida com a história do cristianismo, mas não é a mesma), e tu descobre uma instituição cheia de prostituição, roubos, magias negra, pedofilias, assassinato de crianças...E eu me perguntava: pra onde eu irei?
Na adolescência, fui convidada, inclusive, a ir num culto cristão. Mas quando a presença do Espírito Santo começou a manifestar, eu entrei num choro inexplicável, porque eu não entendi, me senti deixada de lado, e nunca mais voltei lá. Preferi ficar com a católica, que não me fazia chorar. Claro, o Espírito Santo não estava lá. Porém eu sempre buscava ler muito. Aprendi a ler com 4 anos e não parei mais. Eu achava que encontraria escrito em algum livro, as respostas para os problemas que eu via à minha volta, e comecei a ler autores das mais diversas ciências.
Fiz Economia, pra entender a fome no mundo, fiz Sociologia para entender a miséria humana, li autores da Antropologia para entender sobre espiritualidade, li autores da Pscanálise e da Piscologia para ententer o animal feroz que habita dentro do homem e que o faz devorar outro homem. Trabalhei durante anos, em hospitais, entre os doentes, e eram tantas as mãos estendidas em busca de consolo para a dor, era tanto choro, no mundo; tanta fome, tanta escuridão...
E eu perguntava: Deus, onde o Senhor está?
Pois eu sabia que existia Deus, só não sabia como chegar até Ele.
E por que eu não chegava até Deus? Porque eu havia construído um deus só meu, só pra mim, a partir das minhas experiências e leituras. Eu me julgava muito inteligente. Eu tinha criado um deus que eu confundia com o Deus verdadeiro, aquele que tudo criou, e esta falsa imagem me impedia de enchergar a verdadeira.
Nós somente chegamos até o Deus verdadeiro, quando aceitamos desconstruir o nosso “falso” deus, criado de acordo com o que eu “acho”, com o que eu “penso”, com o que eu “gostaria”, com o sei lá o quê...
Construído a partir de tudo; menos com o que Deus verdadeiramente é.
Quando eu comecei a ler a Bíblia, e a por em prática o que eu lia, automaticamente eu fui parando aos poucos de fazer as coisas descritas nos ítens acima, que até então eu julgava corretas, eu comecei a tocar na pessoa de Deus.
Deus não precisa de nossas ídéias pra ser o que Ele é. Não necessita de nós pra nada. Nós é que precisamos dele pra tudo.
Deus é o mesmo ontem, hoje e será sempre o mesmo: Ele não muda - nós é que precisamos mudar.
Quero te apresentar Deus. Tenha muito prazer em conhecê-lo:
--Eu Sou o que Sou Êx 3.14;
-Altíssimo Gn 14,18
-Criador Sl 149,2
-Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó Êx 3.6
-Dos deuses Dt 10.17
-De Israel Êx 5.1
-O Senhor Gn 2,4
-Juiz Sl 7.11
-Libertador Sl 18.2
-Redentor Is 63.16
-Pai Is 63.16
-Rei Sl 24.7-10
-Rocha Sl 18.2
-Salvador Sl 24.5
-Santo de Israel Sl71.22
-Todo-Poderoso Gn 17.1
-Zeloso Êx 20.5
-Compassivo Êx 34.6
-Eterno Is 40.28
-Fiel (que cumpre a sua palavra) Dt 7.9
-Justo Sl 11.7
-Misterioso Is 45.15
-Poderoso Êx 15.1-18
-Que tudo conhece Sl 139
-Santo Lv20.26
-Único Dt 6.4
-Vivo Dt 5.26
-Bom Mc 10.18
-Eterno Rm 16.26
-Fiel 1Co 10.13 e 1Ts 5.24; 1Jo 1.19
-Grande Tt 2.13
-Invisível Cl 1.15; 1Tm 1.17; Hb 11.27.
-Sábio Rm 16.27
-Verdadeiro Jo 17.3
-Amor 1Jo 4.8
-Espírito Jo 4.24
-Fogo consumidor Hb12.29
-Luz 1Jo 1.5
-O Messias Jo 4,25-26;
-O pão da vida Jo 6,35.48.51;
-A luz do mundo Jo 8.12; 9.5
-A porta Jo 10.7,9
-O bom pastor Jo 10.11;14-15
-A ressurreição e a vida Jo 11.25
-O caminho, a verdade e a vida Jo 14,6
-A videira verdadeira Jo 15.1,5
Depois que comecei a conhecer o Deus único, eu entendi como são insignificantes os deuses criados.
Deus disse sobre si, que fora dele não há vida. Eu sou testemunha viva de que eu era morta, fora dele.
Vem pra Cristo, você também.
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(Pode a criatura criar seu criador?)
1-Se tu pensa que Deus é um só, tu que criou teu deus;
2-Se tu entende que tudo leva a Deus, tu que criou teu deus;
3-Se tu cometes pecadinhos às escondidas de Deus, tu que criou teu deus;
4-Se tu lê o horóscopo do jornaleco, tu que criou teu deus;
5-Se tu pensas que ir na cartomante não dá nada, tu que criou teu deus;
6-Se tu trata as pessoas conforme elas te tratam, tu que criou teu deus;
7-Se tu manda e desmanda na tua vida, tu que criou teu deus;
8-Se tu vem antes do outro, tu que criou teu deus;
9-Se tu reclamas de tudo, tu que criou teu deus;
10-Se teu trabalho está acima de tudo, tu que criou teu deus;
11-Se tu és infiel nas tuas atitudes, tu que criou teu deus;
12-Se tu fuma, (Ah, mas é só um cigarrinho..), tu que criou teu deus;
13-Se tu julga as pessoas, mas com razão, tu que criou teu deus;
14-Se as materialidades é que importam pra ti, tu que criou teu deus;
15-Se tu vives em função do dinheiro, tu que criou teu deus.
16-Se tu sabe tudo que é bom pra ti, tu que criou teu deus.
Felizmente, o Deus que criou tudo, não foi criado por ninguém.
O verdadeiro Deus não precisa ser criado por nós, precisa ser é conhecido.
Existe um deus que nós criamos nas nossas cabeças conforme nossas idéias e conclusões adquiridas, conforme nossos achismos, conforme o que pensamos, e que acabamos por confundir com a imagem daquele que criou tudo.
E pior do que isso: é passarmos nossa vida enganados por nós mesmos, crendo naquele deus criado por nós a partir dos nossos pensamentos equivocados.
Deus não é alguém resultante de um pensamento, de um querer, de um achar... Deus não é nada do que tu possa imaginar.
Deus não é alguém sobre o qual nós podemos dizer: “Eu acho isso...”
Sobre Deus não nos cabe achar nada, nem fazer julgamento a respeito.
Sobre Deus não nos é dado a capacidade de criar qualquer conceito sobre. Por mais “bonito” que nos pareça. Somos muito limitados para atinarmos sozinhos o que seja Deus.
Deus é Deus.
Quando digo que Deus é Deus, eu quero dizer com isto, que não tem outra forma de definí-lo a não ser dizendo o que Ele realmente é. E o que Ele realmente é, é o conjunto de definições que Ele mesmo disse de si, na Bíblia Sagrada.
Eu só posso me referir à Deus com definições que Ele mesmo deixou escrito sobre si, pois fora disso eu cairia em gravíssimo erro.
Por que gravíssimo? Porque do conceito que eu faço de Deus dentro da minha própria cabeça, depende todo o meu existir. Todo meu deitar, levantar, trabalhar, namorar, ... tudo.
E se eu estou baseando a minha existência num alicerce errado, toda a minha vida estará errada, e nunca estará de pé, pois o alicerce não comporta.
E o resultado disso é que se trabalha...estuda...e não se sai do lugar, não se consegue nada. Aí nos decepcionamos. Ficamos tristes. Ficamos depressivos. Ficamos dependentes física , química e pscologicamente de algo, alguém ou de alguma coisa.
Falando sobre minha experiência própria, eu entendia, desde a minha infância, que teria de haver alguém que tivesse feito todas as coisas que meus olhos viam, e que não eram produzidas por pessoas. Meu pai era agricultor e carpinteiro. Eu gostava de ver ele fazendo uma carreta, uma canga pros bois...eu ia pra roça com ele, e ficava olhando ele lavrar a terra e passar o disco...
Meu pai, pra mim, era a pessoa mais capaz que havia, mas eu sabia que a lua no céu, ele jamais poderia ter feito. Então eu pensava: alguém fez a lua, tão bonita. Quem será?
Quando a mãe chegava em casa, do hospital, com outro nenê novo, e quando ele chorava, eu pensava: quem fez o choro barulhento das crianças, será que foi a mãe? Mas eu via que ela também não gostava do barulho do choro, então eu vi que não era ela.
E assim, com o tempo eu fui, como todas as demais pessoas, construindo uma idéia, um conceito, sobre esta coisa de existirem coisas que não foram as pessoas que fizeram, e sobre quem seria este “trabalhador” invisível que fazia, mas que não se mostrava aos meus olhos. Aos olhos de ninguém.
Chegou um momento, em que eu percebi que um ser humano pode fazer muito pouco. Depois quando fiquei adulta, eu vi por mim mesma que eu não podia fazer nada, em relação a diversas coisas que eu sentia vontade de fazer alguma coisa, e que eu me empenhava em inúmeras tentativas, de diferentes formas, jeitos, situações, mas que não surtia o efeito desejado, ou nenhum. Então passei a ver que existia alguém que se “entrometia” diretamente nos meus assuntos, mas de forma invisível, as vezes destruindo e as vezes construindo resultados inusitados.
Eu comecei a pensar: Há algo vivo que existe no invisível, e eu quero saber o que é isto, pois ele está me atrapalhando, as vezes, e às vezes me ajudando. Eu quero me aliar a esta força. Fazer bom uso dela. Usar ela sempre ao meu favor.
Então me aprofundei em buscas, como aquelas citados nos ítens acima. Foram as maneiras que eu encontrei. Eram as formas que o mundo me ofereceu, e eu as peguei.
Eu passei a ler horóscopo, me divertir, ir em cartomante, meditação, energização... Fumava, bebia. Fiu em rodas de batuque. Participei de mesas de espiritismo, etc, etc
Um dia larguei tudo e fiquei frequentando somente o catolicismo. Mas aí tu começa a estudar a história do catolicismo (que é confundida com a história do cristianismo, mas não é a mesma), e tu descobre uma instituição cheia de prostituição, roubos, magias negra, pedofilias, assassinato de crianças...E eu me perguntava: pra onde eu irei?
Na adolescência, fui convidada, inclusive, a ir num culto cristão. Mas quando a presença do Espírito Santo começou a manifestar, eu entrei num choro inexplicável, porque eu não entendi, me senti deixada de lado, e nunca mais voltei lá. Preferi ficar com a católica, que não me fazia chorar. Claro, o Espírito Santo não estava lá. Porém eu sempre buscava ler muito. Aprendi a ler com 4 anos e não parei mais. Eu achava que encontraria escrito em algum livro, as respostas para os problemas que eu via à minha volta, e comecei a ler autores das mais diversas ciências.
Fiz Economia, pra entender a fome no mundo, fiz Sociologia para entender a miséria humana, li autores da Antropologia para entender sobre espiritualidade, li autores da Pscanálise e da Piscologia para ententer o animal feroz que habita dentro do homem e que o faz devorar outro homem. Trabalhei durante anos, em hospitais, entre os doentes, e eram tantas as mãos estendidas em busca de consolo para a dor, era tanto choro, no mundo; tanta fome, tanta escuridão...
E eu perguntava: Deus, onde o Senhor está?
Pois eu sabia que existia Deus, só não sabia como chegar até Ele.
E por que eu não chegava até Deus? Porque eu havia construído um deus só meu, só pra mim, a partir das minhas experiências e leituras. Eu me julgava muito inteligente. Eu tinha criado um deus que eu confundia com o Deus verdadeiro, aquele que tudo criou, e esta falsa imagem me impedia de enchergar a verdadeira.
Nós somente chegamos até o Deus verdadeiro, quando aceitamos desconstruir o nosso “falso” deus, criado de acordo com o que eu “acho”, com o que eu “penso”, com o que eu “gostaria”, com o sei lá o quê...
Construído a partir de tudo; menos com o que Deus verdadeiramente é.
Quando eu comecei a ler a Bíblia, e a por em prática o que eu lia, automaticamente eu fui parando aos poucos de fazer as coisas descritas nos ítens acima, que até então eu julgava corretas, eu comecei a tocar na pessoa de Deus.
Deus não precisa de nossas ídéias pra ser o que Ele é. Não necessita de nós pra nada. Nós é que precisamos dele pra tudo.
Deus é o mesmo ontem, hoje e será sempre o mesmo: Ele não muda - nós é que precisamos mudar.
Quero te apresentar Deus. Tenha muito prazer em conhecê-lo:
--Eu Sou o que Sou Êx 3.14;
-Altíssimo Gn 14,18
-Criador Sl 149,2
-Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó Êx 3.6
-Dos deuses Dt 10.17
-De Israel Êx 5.1
-O Senhor Gn 2,4
-Juiz Sl 7.11
-Libertador Sl 18.2
-Redentor Is 63.16
-Pai Is 63.16
-Rei Sl 24.7-10
-Rocha Sl 18.2
-Salvador Sl 24.5
-Santo de Israel Sl71.22
-Todo-Poderoso Gn 17.1
-Zeloso Êx 20.5
-Compassivo Êx 34.6
-Eterno Is 40.28
-Fiel (que cumpre a sua palavra) Dt 7.9
-Justo Sl 11.7
-Misterioso Is 45.15
-Poderoso Êx 15.1-18
-Que tudo conhece Sl 139
-Santo Lv20.26
-Único Dt 6.4
-Vivo Dt 5.26
-Bom Mc 10.18
-Eterno Rm 16.26
-Fiel 1Co 10.13 e 1Ts 5.24; 1Jo 1.19
-Grande Tt 2.13
-Invisível Cl 1.15; 1Tm 1.17; Hb 11.27.
-Sábio Rm 16.27
-Verdadeiro Jo 17.3
-Amor 1Jo 4.8
-Espírito Jo 4.24
-Fogo consumidor Hb12.29
-Luz 1Jo 1.5
-O Messias Jo 4,25-26;
-O pão da vida Jo 6,35.48.51;
-A luz do mundo Jo 8.12; 9.5
-A porta Jo 10.7,9
-O bom pastor Jo 10.11;14-15
-A ressurreição e a vida Jo 11.25
-O caminho, a verdade e a vida Jo 14,6
-A videira verdadeira Jo 15.1,5
Depois que comecei a conhecer o Deus único, eu entendi como são insignificantes os deuses criados.
Deus disse sobre si, que fora dele não há vida. Eu sou testemunha viva de que eu era morta, fora dele.
Vem pra Cristo, você também.
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