Nem substantivo, nem adjetivo. Jesus é Verbo
Eu lia nos evangélios sobre um Jesus que andava daqui pra li, e de lá pra cá, e pensava comigo mesma: que tanto Ele andava, o que que tinha nele, que necessidade esta que movia aquele querer?
Dia desses, olhando uma filmagem sobre a Terra Santa, percebendo o tipo de solo e relevo, somados a um clima tão árido como aquele, além de não encontrar respostas para os meus questionamentos; pois mesmo que eu quizesse entender o que movia o querer de Jesus (que pretensão querer entender aquele que fez o meu processo pensante, a partir de uma análise produzida no meu processo pensante, se nem o meu processo pensante consegue ser entendido pelos que pensam pensá-lo), as respostas ficaram não somente mais difíceis de serem atinadas, elas ficaram simplesmente inatingíveis para o meu entendimento humano.
Interessante, que mesmo dadas as dificuldades impostas pela geografia, a multidão o seguia, a multidão esperava por ele nos lugares por onde ele ia passar ou estar, a multidão o apertava. Milhares de pessoas, num tempo tão distante historicamente falando, tinham suas vidas impactadas por apenas uma vida. Uma vida peculiar, é bem da verdade, mas uma vida. Um homem. Carpinteiro. Humilde e manso de coração.
Quando se repara no tipo de solo e na precaridade dos caminhos percorridos por Ele, atinamos no impacto que era a simples presença de Jesus, para que multidões o seguissem por caminhos tão áridos e pedregosos como aqueles, com os calçados tão rudimentares da época, sob temperaturas tão extremas.
Enquanto homem, Jesus impactava por ser inabalável naquilo que Ele cria. Ele não somente andava constantemente na presença de Deus, santificando-se em orações e jejuns. Ele ouvia e praticava, Ele obedecia ao pai. Ele era alguém consciente do papel a ser desempenhado. Ele sabia qual era a vontade do pai para Ele, e fazer a vontade do pai era a sua vontade, sua vida. Ele era carne e unha com Deus (espiritualmente falando - pois no mundo espiritual não tem carne, muito menos unha).
Porém, a mesma multidão que o seguia por terras áridas e esturricantes, permitiram que Ele caregasse a cruz sozinho. O abandonaram no sofrimento. Não ficou um sequer para estar com aquele que sempre esteve com todos quando dele precisaram.
Ele, que pegou alguns “cacetinhos” na mão e ergueu para o alto, na presença de mais de 5 mil pessoas que o seguia, e falou com o pai. A multidão não ouviu o que Ele e Deus conversaram naquele momento, nem quiseram saber o diálogo mantido, pois estavam com o estômago roncando de fome. E as 5 mil pessoas foram saciados, com 5 pedacinhos de trigo e água...
Mistério...
Ele, que curou dezenas de milhares de pessoas em três anos de idas e vindas, descidas e subidas, naquele calorão, naquele bafo, naquela torrera de sol, foi deixado sozinho, na hora da morte.
...E era cego, era leproso, era aleijado, era coxo, era surdo, era louco endemoinhado, era viciado, era prostituta, era ladrão... Onde ele passava as vidas eram transformadas, melhoradas, saradas, curadas, libertadas...mortos ressucitavam...
E o mesmo livro que diz que se todos seus milagres fossem escritos, não haveria lugar no mundo suficientes para serem guardados, a Bíblia conta que Ele carregou a cruz sozinho...
Era de Cirene a pessoa que deram ordem para ajudá-lo a carregar a cruz. Era alguém que não conhecia Jesus, até então, que nunca caminhara com ele, nunca recebera um milagre seu. Porque a Bíblia relata em diferentes ocasiões de curas e milagres com a mesma expressão: ...”e todos eram curados”. Na dor, Ele esteve só. E a dor dele na realidade nem dele era, Ele a tomou sobre si, mesmo inocente, sendo imaculado, pois quem pecou e peca somos eu e tu, então a cruz era pra ser pra min e pra ti. A dor que doeu nele era a minha e a tua dor. Porisso ele nos amou, porque ele sabia a nossa dor. Não amamos a quem não conhecemos, e não conhecemos alguém enquanto não conhecemos sua dor. Porisso ele nos amou primeiro. Só quem ama fica contigo até o fim. A Bíblia diz que Ele nos amou até o fim.
Pisado, humilhado, o corpo dilacerado, suas costas e lados eram como que carne moída, iguais ao guizado que se vê no açougue da esquina... seu sangue escorrereu todo, descendo pelos machucaduras e pingando no chão, entraram na terra...E diz ainda que Ele não reclamou. Não gritou. Não disse nenhum palavrão. ...”como ovelha muda foi levado ao matadouro”... Pensando bem, nem tão muda, Ele disse alguma coisa. Bem pouca coisa praquele momento, para o contexto da hora, Ele disse um quase nada. Ele só disse: ..”perdoa eles, pai, eles não sabem o que fazem”...
Somente consigo entender tal fato, o diferencial de Jesus, pela sua determinação, ser Ele alguém que sabia o que era, de onde viera, e onde teria que chegar. No princípio do mundo ele já estava com Deus, Ele era Deus, e sabia que voltaria para Deus. Era este entendimento que o animava.
Não é à toa que Ele disse: “... pai, eu sei que sempre me ouves”...Porque Ele também ouvia quando o pai falava com ele. E obedecia.
Num diálogo qualquer, para que a comunicação se estabeleça, eu tenho que ouvir quem fala comigo e, de igual forma, ser ouvida pela pessoa com quem falo.
Quem de nós pode dizer que estabece uma conversa com Deus? Quantos de nós podemos dizer que Deus tem lhe dado respostas?
Elementar: Somente aquele que tem dado resposta pra voz de Deus. E Deus fala atravéz da sua Palavra.
Tem algo que é essencial em nosso diálogo com Deus: a primeira palavra é sempre a dele. A nós compete a segunda (que é o cumprimento da palavra dele), a obediência da palavra. Quando eu dou a resposta pra voz de Deus, eu encontro a resposta de Deus pra minha voz.
Deus nos responde na nossa resposta.
Se tua resposta tem a qualidade, o sentido e a direção que Deus espera, Ele te responde com a qualidade, a direção e o sentido que tu espera, mas sempre de forma mais abundante do que tu pediu, porque dele são todas as coisas.
Então, quando fores falar com ele, no teu íntimo, lembre-se da última palavra dele pra ti, veja se destes a resposta que ele queria. Não adianta vir com uma “conversinha” nova com ele, um “assuntinho” na tentativa de engambelá-lo, como se costuma fazer com nossa mãe, com nosso chefe, nosso cônjuge...
O Senhor Deus deve tamborilar seus dedos no braço do trono, contando de 1 a 10 para não perder a paciência, enquanto ouve nossas lorotinhas, na tentativa de persuadi-lo, e fica pensando: ...”Ah se tu soubesses com quem falas, tu me pedirias a Vida”...
Não podemos brincar com as coisas de Deus. Os dias são difíceis. São os últimos, e Deus não é homem para que minta ou que se arrependa.
O que estou te dizendo pode te causar um impacto, porque nós desaprendemos a amar, e desprezamos o amor como sentimento. O amor está fora de moda como algo para ser sentido no coração. Ele está sendo muito comentado sim, mas sempre envolvendo situações de interesse, sem nos envolver na situação, sem envolver nosso eu. Sentimentos não fazem mais parte dos relacionamentos entre os seres humanos.
Com a mesma extranheza que eu olho para o amor, como sentimento, eu olho para Jesus, como pessoa, pois aquilo que ainda não conhecemos nós não conseguimos gostar. O amor nasce de um relacionamento, de uma troca, de uma certa comunhão de idéias, gostos, desejos. De envolvimento.
A multidão que apertava Jesus, que o seguia por lugares tão áridos, queriam dele: saúde, comida, liberdade...A multidão, nem ninguém na multidão se envovia com Ele, ninguém queria lhe dar algo. A multidão buscava nele, arrancava dele, mas não dava nada em troca. Só tem algo para dar, aquele que ama em alguma medida. Eles o seguiam por puro interesse. Aquelas pessoas deviam dizer dele alguns adjetivos, alguns substantivos quando ao se referirem a ele... Mas não queriam se envolver com ele, porisso o deixaram sozinho - não o conheciam. Não o conhecendo, não sabiam que Ele era verbo e verbo é pra ser conjugado. Praticado.
Que mistério...
Dois mil anos depois ainda nem aceitamos Jesus em nossas vidas, não deixamos Ele entrar na nossa casa, no círculo de nossas amizades, nem em nossa família, não damos lugar pra Ele em nossa mesa, mas já queremos dele coisas, objetos, valores...já o exploramos, já o apertamos contra a parede...quando não fazemos pior - e rimos dele, fazemos piadinhas sobre sua pessoa, mas queremos dele cura, dinheiro, status, carro 0...mas não trocamos com Ele nossas idéias e planos, nem nossos “gostos” e “desejos “com Ele, e não trocando com Ele, ficamos sem entender, sem saber quais são seus gostos, sua tristeza, sua vontade, como alegrá-lo. Quais são seus planos pra nós.
Não conhecendo Ele, como vamos gostar dele?
Dizemos dele alguns adjetivos e substantivos, como: “o cara lá de cima”, um “ser superior”, o “maior pscólogo”, “espírito elevado”..”o barbudinho”sei lá o quê...Lhe damos qualidades e nomes.
Mas Jesus não é adjetivo. Nem substantivo. Ele é VERBO.
A Palavra diz: ...”e o Verbo se fez carne, e habitou entre nós”...Só amando Ele pra saber a diferença.
Deus tem somente uma palavra. Única e viva (o que que é uma coisa viva? que tem vida: que fala, se movimenta, respira) A palavra de Deus é viva, é Jesus.
Jesus Cristo é a palavra de Deus em forma de gente. Deus não se contentou em deixar somente por escrito, Ele a resumiu numa pessoa, para servir de modelo de como devemos ser, agir, pensar, sentir, trabalhar, comer, relacinar, casar, beber, adorar, vestir, amar... A palavra de Deus é um Mix em torno do substantivo amor, do verbo amar. Porque ele mesmo é amor.
Verbo tem conotação de ação. Jesus era o amor em ação (forma de agir). A ação de amar. Ele executava o amor em forma de ação. Como ele era a palavra encarnada, isto é, transformada em carne, ele era a expressão do amor em forma de gente. Ele, antes e acima de tudo, amava o tempo todo e a todos. Ele era o amor em pessoa. Tudo que ele fazia, dizia, era expressão do amor que é a base da palavra de Deus, pois a palavra de Deus diz sobre ele, e ele mesmo é o amor.
Porisso ele foi deixado só, mesmo tendo amado o tempo todo (a Bíblia diz sobre Ele: ...”a luz veio ao mundo, mas o homem amou mais as trevas do que a luz”...), carregando uma cruz que nem era a dele, porque os homens colocaram nomes nele, qualidades nele, quando deviam ter-lhe conjugado, isto é: amado Ele, nem que fosse um pouco, só por gratidão ou piedade - preferiram as trevas da indiferença e do egoísmo. (Como ainda fazemos hoje com nossa indiferença).
O que estou dizendo, é que o ser humano não sabe amar, até que Jesus o ensine. O ser humano despreza o amor como sentimento. O amor não serve para ser sentido no coração. O amor tem sido um substantivo utilizado, muito utilizado, mas para referir-se a situações envolvendo interesses, nada que envolva coração, visto não como um sentimento, mas como moeda de troca. Qualquer sentimento, qualquer coisa que espera uma troca, um retorno, é tudo, menos amor, nunca será amor. A principal característica do amor é não esperar nada em troca. Não é que não queira, é que não espera.
Com a mesma extranheza que olhamos para o amor, como sentimento, olhamos para Jesus, como pessoa, pois aquilo que ainda não conhecemos nós não conseguimos entender, nem gostar, quanto menos amar.O amor nasce de um relacionamento, de um intercâmbio desinteressado, de uma troca natural, de uma comunhão de idéias, gostos, desejos. De um livre envolvimento.
Mesmo se somarmos todas as qualidades mais adimiráveis num ser humano, não vamos conhecer a pessoa do Senhor Jesus, apesar de nele encontramos todas elas. Se tentarmos conhecê-lo a partir dos nomes atribuídos a Ele nas Escrituras Sagradas, como: “Maravilhoso”, ”Conselheiro”, ”Deus forte”, “Pai da eternidade”, “Príncipe da Paz”... Ainda assim não será suficiente para entendê-lo e/ou amá-lo. Vai auxiliar no entendimento sobre Ele, mas não vai ser suficiente para amá-lo. Amor exige um algo mais, um desejo de ser alguma coisa nele, e o desejo de que Ele seja alguma coisa em ti, também.
Nós somente amamos a Jesus quando o conjugamos. Conjugar significa unir.Temos que estar unidos com Ele para poder amá-lo. Ele disse: ...”quem não comer da minha carne e não beber do meu sangue não tem parte comigo”... Espiritualmente falando, ele está nos dizendo: “Pra me conhecer tu tens que me amar, pra me amar tu tens que me conhecer. Tu não faz uma coisa sem a outra. Nem a outra sem a uma. Tens que ser corpo e alma comigo. A minha dor tem que doer na tua carne, como a tua dor doeu e dói na minha.” Isto é conjugar Jesus., isto é estar amando Ele.
Conversando com a mãe da Gisi, ontem, ela me contava: ...”eu e minha mãe éramos como carne e unha - eu levantava às 3:30h da manhã para tirar leite junto com ela, porque o caminhão passava às 05:00h para pegar. Depois eu ia pra roça com o pai, mas às 11:30h ela já me chamava...e não era para ajudar a fazer o almoço, ela só queria que eu estivesse por perto dela, tomando chimarrão”...
A Gisi, na mesma manhã, sem saber do primeiro diálogo confessava: ...”eu não gosto de estar longe da mãe...quando não tem visita na casa eu troco a minha roupa na cozinha mesmo, pra não sair de perto dela”...
Isto é ser carne e unha. Se tu não levantar com a cabeça em Jesus, de manhã, e ao meio-dia já estar com saudades de estar com ele...se tu não te despir na frente dele... tu ainda não está comendo da carne dele nem bebendo do sangue dele, isto é: tu ainda não está unido=conjugado com ele, tendo comunhão com Ele.
Quem consegue chegar neste patamar de intimidade com a pessoa de Jesus, não encontra nenhum adjetivo nem substantivo que o defina. Pra bem da verdade, o Aurelião vira uma pequena sopa de letrinha. Sêmola. Crua, e sem sal.
Quantos anos eu lia a Bíblia...e chorava vendo o sofrimento de Jesus, achava Ele um cara ótimo. Mas eu fechava a Bíblia e continuava minha vidinha. Afinal, já havia se passado 2 mil anos, era tudo muito bonito, muito triste, mas: O que que eu tinha que ver?
A Bíblia diz: dele: “e o Verbo se fez carne. E habitou entre nós”.
Eu não sabia que Ele ainda está aqui entre nós, que Ele ainda hoje causa os mesmos efeitos que causava nas multidões: curas, libertações, amor... (Jesus é o mesmo ontem, hoje e sempre será). Eu lia o Aurélio, os Pensadores...Mas não conjugava o verbo amar.
Não conhecia o “Amador”...desprezava o amor em mim, como eu ia saber que o amor existe? Desprezo e amor, apesar de não serem matéria, não ocupam o mesmo espaço...(com Jesus é assim, para entendê-lo tu tens que dar uma volta pela química, uma espiadinha na biologia, uma passada pela física...mas tem que estacionar no português, no Box do verbo amar - soltar as âncoras no verbo amar...construir a casa no verbo amar, se aposentar no trabalho e ir morar no verbo amar...construir uma cabana na serra do verbo amar...montar uma barraca no camping do verbo amar...criar teus filhos na escola do verbo amar...comer tua comida no prato do verbo amar...mergulhar no mar do amor...pentear teu cabelo com o pente do verbo amar...escovar teus dentes com o creme amar...e ficar ali pra não viver sozinho, pra não morrer sozinho, como Jesus ficou na hora da morte...Porque se tu não ficar com Jesus, tu vais morrer sozinho, porque Ele é o único que vai contigo até o fim...Quem morre em Cristo, nunca morre; quem vive sem Ele, já está morto. Mas Jesus também ressucita mortos...
Acordamos. Despertamos do torpor da ignorância.
Enquanto não entramos na essência de Jesus, ficamos vagando na sua grandiosidade sem entender nada, tentando achar diferentes formas de explicá-lo, tentando maneiras de tocá-lo, sem conseguir as benções que precisamos, vivendo de migalhas, achando que é isto que Deus tem pra nós. Falo inclusive de cristãos sem noção do que seja Jesus, e de ímpios que juram que o conhecem completamente.
O que é certo, é que Ele é que nos conhece a todos nós. Desde a eternidade Ele está no controle.
Ele conhece a mim e a ti, conheceu Hitler, Mussolini...Lula, o Pelé; o cobrador do ônibus...ele sabe tudo sobre a fome daquele mendigo que cruza todos os dias na frente do nosso portão (ele faz uma sabatina da nossa conjugação, cada vez que ele passa. Como está teu boletim?), ... Ele viu o momento em que Deus “bolou” o primeiro átomo de hélio pra fazer o sol... Os olhos dele não se cansam de olhar... de saber de todas as coisas...Cabelo fio por fio...Vê teu cachorro gordo e bem vestido dormindo na tua cama e te levando pra passear...(...mais trevas do que luz...mais animal que humano).
Eu estive na cidade de Triunfo, este fim-de-semana, e sai para caminhar pelos campos e me sentei numa mangueira à sombra de uma árvore. E uma formiguinha caminhava pelo tronco da árvore...Não havia uma casa, um galpão...só verde. Quilômetros de verdura. E Deus me dizia: ...”assim como tu vê esta pequena formiga nesta imensidão verde, eu sei tudo dela desde o princípio de tudo”...
E nós achando que Ele era só o “cara”.
Ti liga, meu...Vá aprender o português. Vá conjugar o verbo amar. Mas com a vida. Com teu salário, tuas unhas, tua boca, tua roupa, teu umbigo...teu coração...
A carne do Hitler e do Mussoline os vermes já vomitaram. A minha e a tua já tem dia e horário marcados. Quem estará conosco naquela hora?
Naquele terrível e grande dia, a conjugação do verbo amar vai ser tomada, um a um, como uma sabatina.
Desculpe, mas é preciso que saibamos: Caprichamos hoje. Não haverá G2.
Vem pra Cristo, você também.
Suelisilvânia
Em especial para Gisi, pai, mãe e irmãos; por conjugarem Cristo com seu suor e coração.
Como eu afirmei para teu pai, na tua casa, como na de Josué, nunca vai faltar nada, porque o nada em Cristo supera todas as coisas sem Ele.
Deus é bom, mas Ele sempre se supera, nestes momentos que nos permite viver em perfeita harmonia e comunhão debaixo de suas asas, como “pintos”, não como ovos, não goros...Deus não sai do ninho toda hora, nem se assusta quando nos vê pela primeira vez...
Ah se a Jerusalém de hoje conhecesse isto...
Eu lia nos evangélios sobre um Jesus que andava daqui pra li, e de lá pra cá, e pensava comigo mesma: que tanto Ele andava, o que que tinha nele, que necessidade esta que movia aquele querer?
Dia desses, olhando uma filmagem sobre a Terra Santa, percebendo o tipo de solo e relevo, somados a um clima tão árido como aquele, além de não encontrar respostas para os meus questionamentos; pois mesmo que eu quizesse entender o que movia o querer de Jesus (que pretensão querer entender aquele que fez o meu processo pensante, a partir de uma análise produzida no meu processo pensante, se nem o meu processo pensante consegue ser entendido pelos que pensam pensá-lo), as respostas ficaram não somente mais difíceis de serem atinadas, elas ficaram simplesmente inatingíveis para o meu entendimento humano.
Interessante, que mesmo dadas as dificuldades impostas pela geografia, a multidão o seguia, a multidão esperava por ele nos lugares por onde ele ia passar ou estar, a multidão o apertava. Milhares de pessoas, num tempo tão distante historicamente falando, tinham suas vidas impactadas por apenas uma vida. Uma vida peculiar, é bem da verdade, mas uma vida. Um homem. Carpinteiro. Humilde e manso de coração.
Quando se repara no tipo de solo e na precaridade dos caminhos percorridos por Ele, atinamos no impacto que era a simples presença de Jesus, para que multidões o seguissem por caminhos tão áridos e pedregosos como aqueles, com os calçados tão rudimentares da época, sob temperaturas tão extremas.
Enquanto homem, Jesus impactava por ser inabalável naquilo que Ele cria. Ele não somente andava constantemente na presença de Deus, santificando-se em orações e jejuns. Ele ouvia e praticava, Ele obedecia ao pai. Ele era alguém consciente do papel a ser desempenhado. Ele sabia qual era a vontade do pai para Ele, e fazer a vontade do pai era a sua vontade, sua vida. Ele era carne e unha com Deus (espiritualmente falando - pois no mundo espiritual não tem carne, muito menos unha).
Porém, a mesma multidão que o seguia por terras áridas e esturricantes, permitiram que Ele caregasse a cruz sozinho. O abandonaram no sofrimento. Não ficou um sequer para estar com aquele que sempre esteve com todos quando dele precisaram.
Ele, que pegou alguns “cacetinhos” na mão e ergueu para o alto, na presença de mais de 5 mil pessoas que o seguia, e falou com o pai. A multidão não ouviu o que Ele e Deus conversaram naquele momento, nem quiseram saber o diálogo mantido, pois estavam com o estômago roncando de fome. E as 5 mil pessoas foram saciados, com 5 pedacinhos de trigo e água...
Mistério...
Ele, que curou dezenas de milhares de pessoas em três anos de idas e vindas, descidas e subidas, naquele calorão, naquele bafo, naquela torrera de sol, foi deixado sozinho, na hora da morte.
...E era cego, era leproso, era aleijado, era coxo, era surdo, era louco endemoinhado, era viciado, era prostituta, era ladrão... Onde ele passava as vidas eram transformadas, melhoradas, saradas, curadas, libertadas...mortos ressucitavam...
E o mesmo livro que diz que se todos seus milagres fossem escritos, não haveria lugar no mundo suficientes para serem guardados, a Bíblia conta que Ele carregou a cruz sozinho...
Era de Cirene a pessoa que deram ordem para ajudá-lo a carregar a cruz. Era alguém que não conhecia Jesus, até então, que nunca caminhara com ele, nunca recebera um milagre seu. Porque a Bíblia relata em diferentes ocasiões de curas e milagres com a mesma expressão: ...”e todos eram curados”. Na dor, Ele esteve só. E a dor dele na realidade nem dele era, Ele a tomou sobre si, mesmo inocente, sendo imaculado, pois quem pecou e peca somos eu e tu, então a cruz era pra ser pra min e pra ti. A dor que doeu nele era a minha e a tua dor. Porisso ele nos amou, porque ele sabia a nossa dor. Não amamos a quem não conhecemos, e não conhecemos alguém enquanto não conhecemos sua dor. Porisso ele nos amou primeiro. Só quem ama fica contigo até o fim. A Bíblia diz que Ele nos amou até o fim.
Pisado, humilhado, o corpo dilacerado, suas costas e lados eram como que carne moída, iguais ao guizado que se vê no açougue da esquina... seu sangue escorrereu todo, descendo pelos machucaduras e pingando no chão, entraram na terra...E diz ainda que Ele não reclamou. Não gritou. Não disse nenhum palavrão. ...”como ovelha muda foi levado ao matadouro”... Pensando bem, nem tão muda, Ele disse alguma coisa. Bem pouca coisa praquele momento, para o contexto da hora, Ele disse um quase nada. Ele só disse: ..”perdoa eles, pai, eles não sabem o que fazem”...
Somente consigo entender tal fato, o diferencial de Jesus, pela sua determinação, ser Ele alguém que sabia o que era, de onde viera, e onde teria que chegar. No princípio do mundo ele já estava com Deus, Ele era Deus, e sabia que voltaria para Deus. Era este entendimento que o animava.
Não é à toa que Ele disse: “... pai, eu sei que sempre me ouves”...Porque Ele também ouvia quando o pai falava com ele. E obedecia.
Num diálogo qualquer, para que a comunicação se estabeleça, eu tenho que ouvir quem fala comigo e, de igual forma, ser ouvida pela pessoa com quem falo.
Quem de nós pode dizer que estabece uma conversa com Deus? Quantos de nós podemos dizer que Deus tem lhe dado respostas?
Elementar: Somente aquele que tem dado resposta pra voz de Deus. E Deus fala atravéz da sua Palavra.
Tem algo que é essencial em nosso diálogo com Deus: a primeira palavra é sempre a dele. A nós compete a segunda (que é o cumprimento da palavra dele), a obediência da palavra. Quando eu dou a resposta pra voz de Deus, eu encontro a resposta de Deus pra minha voz.
Deus nos responde na nossa resposta.
Se tua resposta tem a qualidade, o sentido e a direção que Deus espera, Ele te responde com a qualidade, a direção e o sentido que tu espera, mas sempre de forma mais abundante do que tu pediu, porque dele são todas as coisas.
Então, quando fores falar com ele, no teu íntimo, lembre-se da última palavra dele pra ti, veja se destes a resposta que ele queria. Não adianta vir com uma “conversinha” nova com ele, um “assuntinho” na tentativa de engambelá-lo, como se costuma fazer com nossa mãe, com nosso chefe, nosso cônjuge...
O Senhor Deus deve tamborilar seus dedos no braço do trono, contando de 1 a 10 para não perder a paciência, enquanto ouve nossas lorotinhas, na tentativa de persuadi-lo, e fica pensando: ...”Ah se tu soubesses com quem falas, tu me pedirias a Vida”...
Não podemos brincar com as coisas de Deus. Os dias são difíceis. São os últimos, e Deus não é homem para que minta ou que se arrependa.
O que estou te dizendo pode te causar um impacto, porque nós desaprendemos a amar, e desprezamos o amor como sentimento. O amor está fora de moda como algo para ser sentido no coração. Ele está sendo muito comentado sim, mas sempre envolvendo situações de interesse, sem nos envolver na situação, sem envolver nosso eu. Sentimentos não fazem mais parte dos relacionamentos entre os seres humanos.
Com a mesma extranheza que eu olho para o amor, como sentimento, eu olho para Jesus, como pessoa, pois aquilo que ainda não conhecemos nós não conseguimos gostar. O amor nasce de um relacionamento, de uma troca, de uma certa comunhão de idéias, gostos, desejos. De envolvimento.
A multidão que apertava Jesus, que o seguia por lugares tão áridos, queriam dele: saúde, comida, liberdade...A multidão, nem ninguém na multidão se envovia com Ele, ninguém queria lhe dar algo. A multidão buscava nele, arrancava dele, mas não dava nada em troca. Só tem algo para dar, aquele que ama em alguma medida. Eles o seguiam por puro interesse. Aquelas pessoas deviam dizer dele alguns adjetivos, alguns substantivos quando ao se referirem a ele... Mas não queriam se envolver com ele, porisso o deixaram sozinho - não o conheciam. Não o conhecendo, não sabiam que Ele era verbo e verbo é pra ser conjugado. Praticado.
Que mistério...
Dois mil anos depois ainda nem aceitamos Jesus em nossas vidas, não deixamos Ele entrar na nossa casa, no círculo de nossas amizades, nem em nossa família, não damos lugar pra Ele em nossa mesa, mas já queremos dele coisas, objetos, valores...já o exploramos, já o apertamos contra a parede...quando não fazemos pior - e rimos dele, fazemos piadinhas sobre sua pessoa, mas queremos dele cura, dinheiro, status, carro 0...mas não trocamos com Ele nossas idéias e planos, nem nossos “gostos” e “desejos “com Ele, e não trocando com Ele, ficamos sem entender, sem saber quais são seus gostos, sua tristeza, sua vontade, como alegrá-lo. Quais são seus planos pra nós.
Não conhecendo Ele, como vamos gostar dele?
Dizemos dele alguns adjetivos e substantivos, como: “o cara lá de cima”, um “ser superior”, o “maior pscólogo”, “espírito elevado”..”o barbudinho”sei lá o quê...Lhe damos qualidades e nomes.
Mas Jesus não é adjetivo. Nem substantivo. Ele é VERBO.
A Palavra diz: ...”e o Verbo se fez carne, e habitou entre nós”...Só amando Ele pra saber a diferença.
Deus tem somente uma palavra. Única e viva (o que que é uma coisa viva? que tem vida: que fala, se movimenta, respira) A palavra de Deus é viva, é Jesus.
Jesus Cristo é a palavra de Deus em forma de gente. Deus não se contentou em deixar somente por escrito, Ele a resumiu numa pessoa, para servir de modelo de como devemos ser, agir, pensar, sentir, trabalhar, comer, relacinar, casar, beber, adorar, vestir, amar... A palavra de Deus é um Mix em torno do substantivo amor, do verbo amar. Porque ele mesmo é amor.
Verbo tem conotação de ação. Jesus era o amor em ação (forma de agir). A ação de amar. Ele executava o amor em forma de ação. Como ele era a palavra encarnada, isto é, transformada em carne, ele era a expressão do amor em forma de gente. Ele, antes e acima de tudo, amava o tempo todo e a todos. Ele era o amor em pessoa. Tudo que ele fazia, dizia, era expressão do amor que é a base da palavra de Deus, pois a palavra de Deus diz sobre ele, e ele mesmo é o amor.
Porisso ele foi deixado só, mesmo tendo amado o tempo todo (a Bíblia diz sobre Ele: ...”a luz veio ao mundo, mas o homem amou mais as trevas do que a luz”...), carregando uma cruz que nem era a dele, porque os homens colocaram nomes nele, qualidades nele, quando deviam ter-lhe conjugado, isto é: amado Ele, nem que fosse um pouco, só por gratidão ou piedade - preferiram as trevas da indiferença e do egoísmo. (Como ainda fazemos hoje com nossa indiferença).
O que estou dizendo, é que o ser humano não sabe amar, até que Jesus o ensine. O ser humano despreza o amor como sentimento. O amor não serve para ser sentido no coração. O amor tem sido um substantivo utilizado, muito utilizado, mas para referir-se a situações envolvendo interesses, nada que envolva coração, visto não como um sentimento, mas como moeda de troca. Qualquer sentimento, qualquer coisa que espera uma troca, um retorno, é tudo, menos amor, nunca será amor. A principal característica do amor é não esperar nada em troca. Não é que não queira, é que não espera.
Com a mesma extranheza que olhamos para o amor, como sentimento, olhamos para Jesus, como pessoa, pois aquilo que ainda não conhecemos nós não conseguimos entender, nem gostar, quanto menos amar.O amor nasce de um relacionamento, de um intercâmbio desinteressado, de uma troca natural, de uma comunhão de idéias, gostos, desejos. De um livre envolvimento.
Mesmo se somarmos todas as qualidades mais adimiráveis num ser humano, não vamos conhecer a pessoa do Senhor Jesus, apesar de nele encontramos todas elas. Se tentarmos conhecê-lo a partir dos nomes atribuídos a Ele nas Escrituras Sagradas, como: “Maravilhoso”, ”Conselheiro”, ”Deus forte”, “Pai da eternidade”, “Príncipe da Paz”... Ainda assim não será suficiente para entendê-lo e/ou amá-lo. Vai auxiliar no entendimento sobre Ele, mas não vai ser suficiente para amá-lo. Amor exige um algo mais, um desejo de ser alguma coisa nele, e o desejo de que Ele seja alguma coisa em ti, também.
Nós somente amamos a Jesus quando o conjugamos. Conjugar significa unir.Temos que estar unidos com Ele para poder amá-lo. Ele disse: ...”quem não comer da minha carne e não beber do meu sangue não tem parte comigo”... Espiritualmente falando, ele está nos dizendo: “Pra me conhecer tu tens que me amar, pra me amar tu tens que me conhecer. Tu não faz uma coisa sem a outra. Nem a outra sem a uma. Tens que ser corpo e alma comigo. A minha dor tem que doer na tua carne, como a tua dor doeu e dói na minha.” Isto é conjugar Jesus., isto é estar amando Ele.
Conversando com a mãe da Gisi, ontem, ela me contava: ...”eu e minha mãe éramos como carne e unha - eu levantava às 3:30h da manhã para tirar leite junto com ela, porque o caminhão passava às 05:00h para pegar. Depois eu ia pra roça com o pai, mas às 11:30h ela já me chamava...e não era para ajudar a fazer o almoço, ela só queria que eu estivesse por perto dela, tomando chimarrão”...
A Gisi, na mesma manhã, sem saber do primeiro diálogo confessava: ...”eu não gosto de estar longe da mãe...quando não tem visita na casa eu troco a minha roupa na cozinha mesmo, pra não sair de perto dela”...
Isto é ser carne e unha. Se tu não levantar com a cabeça em Jesus, de manhã, e ao meio-dia já estar com saudades de estar com ele...se tu não te despir na frente dele... tu ainda não está comendo da carne dele nem bebendo do sangue dele, isto é: tu ainda não está unido=conjugado com ele, tendo comunhão com Ele.
Quem consegue chegar neste patamar de intimidade com a pessoa de Jesus, não encontra nenhum adjetivo nem substantivo que o defina. Pra bem da verdade, o Aurelião vira uma pequena sopa de letrinha. Sêmola. Crua, e sem sal.
Quantos anos eu lia a Bíblia...e chorava vendo o sofrimento de Jesus, achava Ele um cara ótimo. Mas eu fechava a Bíblia e continuava minha vidinha. Afinal, já havia se passado 2 mil anos, era tudo muito bonito, muito triste, mas: O que que eu tinha que ver?
A Bíblia diz: dele: “e o Verbo se fez carne. E habitou entre nós”.
Eu não sabia que Ele ainda está aqui entre nós, que Ele ainda hoje causa os mesmos efeitos que causava nas multidões: curas, libertações, amor... (Jesus é o mesmo ontem, hoje e sempre será). Eu lia o Aurélio, os Pensadores...Mas não conjugava o verbo amar.
Não conhecia o “Amador”...desprezava o amor em mim, como eu ia saber que o amor existe? Desprezo e amor, apesar de não serem matéria, não ocupam o mesmo espaço...(com Jesus é assim, para entendê-lo tu tens que dar uma volta pela química, uma espiadinha na biologia, uma passada pela física...mas tem que estacionar no português, no Box do verbo amar - soltar as âncoras no verbo amar...construir a casa no verbo amar, se aposentar no trabalho e ir morar no verbo amar...construir uma cabana na serra do verbo amar...montar uma barraca no camping do verbo amar...criar teus filhos na escola do verbo amar...comer tua comida no prato do verbo amar...mergulhar no mar do amor...pentear teu cabelo com o pente do verbo amar...escovar teus dentes com o creme amar...e ficar ali pra não viver sozinho, pra não morrer sozinho, como Jesus ficou na hora da morte...Porque se tu não ficar com Jesus, tu vais morrer sozinho, porque Ele é o único que vai contigo até o fim...Quem morre em Cristo, nunca morre; quem vive sem Ele, já está morto. Mas Jesus também ressucita mortos...
Acordamos. Despertamos do torpor da ignorância.
Enquanto não entramos na essência de Jesus, ficamos vagando na sua grandiosidade sem entender nada, tentando achar diferentes formas de explicá-lo, tentando maneiras de tocá-lo, sem conseguir as benções que precisamos, vivendo de migalhas, achando que é isto que Deus tem pra nós. Falo inclusive de cristãos sem noção do que seja Jesus, e de ímpios que juram que o conhecem completamente.
O que é certo, é que Ele é que nos conhece a todos nós. Desde a eternidade Ele está no controle.
Ele conhece a mim e a ti, conheceu Hitler, Mussolini...Lula, o Pelé; o cobrador do ônibus...ele sabe tudo sobre a fome daquele mendigo que cruza todos os dias na frente do nosso portão (ele faz uma sabatina da nossa conjugação, cada vez que ele passa. Como está teu boletim?), ... Ele viu o momento em que Deus “bolou” o primeiro átomo de hélio pra fazer o sol... Os olhos dele não se cansam de olhar... de saber de todas as coisas...Cabelo fio por fio...Vê teu cachorro gordo e bem vestido dormindo na tua cama e te levando pra passear...(...mais trevas do que luz...mais animal que humano).
Eu estive na cidade de Triunfo, este fim-de-semana, e sai para caminhar pelos campos e me sentei numa mangueira à sombra de uma árvore. E uma formiguinha caminhava pelo tronco da árvore...Não havia uma casa, um galpão...só verde. Quilômetros de verdura. E Deus me dizia: ...”assim como tu vê esta pequena formiga nesta imensidão verde, eu sei tudo dela desde o princípio de tudo”...
E nós achando que Ele era só o “cara”.
Ti liga, meu...Vá aprender o português. Vá conjugar o verbo amar. Mas com a vida. Com teu salário, tuas unhas, tua boca, tua roupa, teu umbigo...teu coração...
A carne do Hitler e do Mussoline os vermes já vomitaram. A minha e a tua já tem dia e horário marcados. Quem estará conosco naquela hora?
Naquele terrível e grande dia, a conjugação do verbo amar vai ser tomada, um a um, como uma sabatina.
Desculpe, mas é preciso que saibamos: Caprichamos hoje. Não haverá G2.
Vem pra Cristo, você também.
Suelisilvânia
Em especial para Gisi, pai, mãe e irmãos; por conjugarem Cristo com seu suor e coração.
Como eu afirmei para teu pai, na tua casa, como na de Josué, nunca vai faltar nada, porque o nada em Cristo supera todas as coisas sem Ele.
Deus é bom, mas Ele sempre se supera, nestes momentos que nos permite viver em perfeita harmonia e comunhão debaixo de suas asas, como “pintos”, não como ovos, não goros...Deus não sai do ninho toda hora, nem se assusta quando nos vê pela primeira vez...
Ah se a Jerusalém de hoje conhecesse isto...
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