segunda-feira, 19 de maio de 2008

JAB/JABOR

Jab/Jabor, todos estão certos... peitinhos, bundinhas... faz parte do show.
Mas se quisermos coisas verdadeiramente INTERESSANTES, precisamos ir além das cortinas do show.
Pensa comigo: Quando o “Joaozinho Renner” planejou a empresa Renner, ele deve ter pensado: vou fazer assim e assim, vai ter isso, isso e isso. Vai ter aquele que faz a mistura, o que propaga, o que vende. Vai ter o que mistura a “massa”, e vai ter aquele que analisa, e o que conta o dinheiro, etc... ou ainda, talvez naquele tempo ainda nem se pensava o mercado como ele é hoje: o Joaozinho teria que ser muito inteligente/ousado/entendido para tanto, teria que ter uma visão de futuro (ele teria que QUERER ir além das CORTINAS do show - universo de fabricantes de tintas da época).
Seja lá o que for que ele pensou/fez, por mais perfeita para a sua época, durante o passar dos anos precisou-se muitas vezes fazer as adaptações que se fizeram necessárias.
O tempo passou e um dia foi admitido na empresa um guri, chamado Jair. Trabalhou neste e naquele setor, e foi fazendo CONFORME o planejado/pensado pelo mentor da empresa e o guri foi se fazendo homen enquanto ia conquistando cargos.
Chegou num patamar tal de confiança entre homem/empresa, que o chefe direto/ou comissão de chefia DETERMINOU que fosse transferido para um lugar distante, dando continuidade ao propósito da empresa: lucro (É claro que para compensar/premiar, a empresa ofereceu um bom salário).
E o Jair saiu em busca de um mercado desconhecido (desconhecido, não, ele antes de ir deve ter feito análise de mercado, olhado as pesquisas, analisado o PERFIL do cliente, clima, cultura, etc, etc, etc). A atualidade das concorrências de mercado NÃO PERMITE que sobreviva aquele que não vai além das CORTINAS ( Leia-se cortina: aquilo que está um pouco mais além. Que EXISTE/QUE É REAL/VIVO, mesmo que eu não levante o pano para olhar, mesmo que eu não acredite, mesmo que eu viva de costas, mesmo que eu diga eu estou olhando do meu modo (sem querer ver), mesmo que eu NÃO QUEIRA VER: ESTÁ LÁ, e tem influência sobre meu trabalho/minhas vendas/minha vida/minha família/meu estômago).
Em nenhum momento a empresa pesou se o funcionário (mesmo com o bom salário) iria sentir vontade de dizer para sua cunhada: ”eu tenho vontade de me jogar de um viaduto”; nem se interessou em saber que a mulher dele chorava escondido, de saudades/solidão, para não fazê-lo desistir/desanimar, mas que se entrássemos dentro do coração/sentimentos/alma dela, ela iria falar da solidão de estar sempre só nas horas em que ela olha para os lados: ela tem sim uma muito boa morada: piscina, automóvel... Mas o que o chefão da renner não pesa é que a água da piscina por mais morna, não lava a alma, como a presença das pessoas que amamos, nem o automóvel mais confortável tem o aconchego do abraço/afeto/confiança/tranquilidade de sabermos não estarmos sós.
Mas a Renner investiu no funcionário: tem grandes gastos com reuniões, hotéis, comida, cursos (ela precisa manter seu funcionário ALIMENTADO/PREPARADO para as disputas de mercado). Se não houvesse a Suvinil, não precisaria dos Jaires da vida. Suas tintas se venderiam por si só. A empresa não precisaria gastar com eles.
Nas disputas pelo mercado da tinta, você tem que visitar o cliente, falar, falar, falar e falar do seu produto, demonstrar, pintar um pedacinho de parede, dar uma camiseta, um desconto, brindes, paparicar. Depois de conquistar o cliente tem que dar continuidade ao bom atendimento, pois a Suvinil fica rodeando seu cliente (bramindo como um leão querendo comer sua presa) querendo acabar com todo o seu trabalho, e se você der uma brecha ele entra com tudo.
No show, que é o mundo a nossa volta muitas vezes não nos damos conta de que o VALOR que TEMOS/QUE NOS DÃO não tem nada a ver conosco (com o que está dentro de nós - que na verdade é o nosso eu), mas é em função do que está fora de nós. Provavelmente não se levantou nenhum outro funcionário que faça este trabalho mais de acordo com o interesse da empresa, pois neste momento vão te MANDAR de volta com o “rabo entre as pernas”, como diria a linguagem do script deste schow.
Quando vamos galgando cargos numa empresa, vamos conquistando patamares/níveis de conhecimento sobre a situação da empresa (situação patrimonial, perspectivas, aplicações, missão, ...). Nas reuniões que os vendedores participam são falados assuntos que ao pessoal da fábrica não são colocados, como somente aos diretores certos assuntos são exclusivos. Há niveis de CONHECIMENTO / ENTENDIMENTO do todo que é o conjunto que compõm a empresa.
Este mundo que nós vivemos, formado por tu e eu, pelas reneres e suvinius da vida, também teve um mentor/realizador.
Diferentemente do Joazinho Renner, Ele precisou criar toda a fábrica (o Joazinho pegou o barro já pronto em forma de tijolo para fazer as paredes), Este, do qual falo, fez o Carbono que compõem a molécula do grão/pó de terra para fazer sua parede. Fez o “pó” branco. que é a base da tinta. Pensou todos os processos de produção, transformação, logística,... Mas seu DIFERENCIAL foi ter criado primeiro as pessoas, e depois seus cargos específicos. Enquanto para o Joazinho aquele que tiver mais capacidade ele escolhe, Deus escolhe e depois CAPACITA o escolhido. Por amor (só por amor), não lucro. Você não é só mais um: você é filho, e conhece TODAS a logística do mundo/planos de Deus, porque Ele mesmo faz as reuniões contigo.
A mesma briga de mercados de tinta que tu tens enfrentado a tua vida toda é igual a briga diária de Deus desde o princípio dos tempos: Ele, lá no princípio do mundo criou TODAS as coisas (eu e tu também): Ele quando te criou pensou: Este é meu filho Jab: ele vai ser assim, assim (este assim leia-se: teimoso, bondoso, trabalhador, apaixonado por Sto Antonio da Patrulha), etc, etc, Este filho eu vou querer que ele desempenhe este e este papel dentro da minha “fábrica”. Ele deve ter feito mais de mil reuniões contigo, te capacitou, e tu ainda não vendeu NENHUMA LATA DE TINTA PARA ELE.
Talvez ele queira que tu dirija uma regional, uma divisão, não sei...
Mas uma coisa eu SEI (porque agora EU CONHEÇO a forma como Deus nos quer), que seja lá o que for que ele queira para ti, nenhuma pessoa que te ama vai chorar escondida de ti para tu não desanimares, nem vai faltar tua presença para ninguém que tu amas. Tua alegria vai SER SEMPRE COMPLETA, TODOS OS DIAS. TU VAIS MORAR ONDE QUISER. TODAS AS TUAS SEGUNDAS FEIRAS SERÃO DOMINGO pra ti - Com ou sem cerveja.). Porque Deus é um tipo tão especial de chefe, que nós é que queremos fazer reunião com Ele. Não é Ele um chefe que nos determina as coisas: nós nem precisamos pedir, Ele nos dá antes de nós pedirmos, porque Ele vê nosso coração, Ele sabe o que nós precisamos, porque Ele mesmo foi que nos fez (Tu não conheces a tua casa em Santo Antonio, que tu fizestes? Não conheces quando teu filho Angelo está alegre ou triste? Imagine então, como Deus não sabe de ti? Ele mentalizou cada fio de cabelo da tua cabeça (que convenhamos, parece que estão reduzindo) E, mais importante que isto: Ele fez tudo isto por AMOR a ti. Um amor que se tu viveres mais 500 anos e se perguntar todos os dias tu não vais entender o tamanho. Nem Osvald de Souza calcularia o tamanho, porque ele está além do entendimento humano.
O Samuel uma vez voltou de Santo Antonio impressionado: Ele viu teu pai destruindo os ninhos da Corruira na antena da TV, e quebrando seus ovos e matando seus filhotes, porque entendia qua a Corruira furava e estragava suas uvas.
O que impressionou o Samuel não foram as atitudes, mas o ENTENDIMENTO no qual elas se baseavam: Ele não entendia como é que uma pessoa como o Seu Angelo, que viveu junto à natureza a vida toda não tenha percebido que a Corruira NÃO COME FRUTA, que ela ia, sim, no parreiral, mas para comer os bichinhos/animaizinhos que estragam as uvas.
Querido Jab, como o Seu Angelo, nós passamos grande parte da nossa vida matando as Corruiras que fazem silenciosamente a função que Deus deu para elas, para nos ajudar, para resguardar do mal, as nossas uvas. Devemos ter muito cuidado ao quebrar um “ovo”, ao destruir um “ninho”: NÓS PRECISAMOS SIM, É BAIXAR AS CORTINAS, POIS O QUE ESTÁ ALÉM DELAS É DETERMINANTE/EXERCE INFLUÊNCIA SOBRE O NOSSO ESTAR NO MUNDO.
Peitinho e bundinhas, mesmo as da Vó Paulina e as da mãe, faz oitenta anos que estão ali, amolecendo e caido com o passar dos anos, é verdade, mas quando sair deles o espírito/alma que os mantém vivos, eles vão feder em poucas horas, e por mais que nós amamos os peitinhos que nos alimentaram, nós vamos querer enterrar na terra ou colocar numa parede de concreto pois não vamos aguentar seu mau cheiro, nem sua má aparência. Entretanto seus espíritos, que os mantém vivos, são eternos, não cheiram, não soltam as tiras, nunca terminam, sempre existirão, e continuaram vivos, mesmo que eu não creia. Todas as verdades de Deus são reais, enquanto o mundo está se perdendo por falta de ENTENDIMENTO sobre elas.
Quando o Jabor buscar de DEUS (fonte de todo o verdadeiro entendimento) ele vai redobrar as vendas do jornal), porque eu passei toda a minha vida dentro de salas-de-aula, e somente agora tenho encontrado em DEUS o verdadeiro entendimento (Eu não sei se você conseguiria me entender, mas minhas aulas se tornaram de um vazio tremendo: meu entendimento está sempre na frente do entendimento do professor. Resumindo: até a Sandra, depois de anos fora do colégio, tem ensinado ao professor de Química como passar a matéria aos colegas)
Aprenda isto: Tu és o que de melhor Deus tem. A atenção/cuidados Dele estão sempre voltados pra ti. Deus não é alguém que descansa, que sai pra pescar ou jogar bocha: a alegria dele são seus filhos. Escreve esta verdade na tábua do teu coração, e morra por ela. Mas não sem antes vivê-la por inteiro. Busque a Deus.
E tende cuidado com ovos e ninhos...
Tu não achas Deus a coisa mais INTERESSANTE do/no mundo?

Beijos. Suelisilvânia

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