LUZ
No último ano do Ensino Médio, eu lembro que meus colegas de aula apresentaram um trabalho sobre a Hidroelétrica de Itaipu. Era algo majestoso. Quilômetros de construção humana. Me senti pequena na classe, ouvindo a descrição: Custou milhões/bilhões (?) de dólares, foram necessários investimentos de mais de um país.
Para sua construção foram gastos milhares de caminhões de concreto, milhares de quilos de ferro. Custou a vida de muitas pessoas que morriam soterradas por erros técnicos e humanos.
Levou alguns anos para ser construída.
Foi necessário destruir enorme porção de mata nativa, reservas naturais. Milhares de espécies da fauna e flora foram sacrificadas pela agressão repentina aos habitats. Quedas dágua sumiram em decorrência da repressão das águas.
Era a maior hidroelétrica do mundo em tamanho e produção de quilowatss de energia, suficientes para abastecer parte do Brasil e Paraguai.
A energia por ela produzida (de alta tensão), se fazia necessário passar por diversas estações de processamento que a transformam numa energia capaz de ser aproveitada para uso industrial e humano. E esta energia vem através de fios suspensos em postes até chegar às pessoas.
O homem natural fica pasmado diante de tamanho poder e grandiosidade.
O homem natural, racional/informado, não se apercebe que existe uma força que excede toda força resultante da mão humana.
Uma usina que não destrói nem fauna nem flora, nem precisa de reprocessamento, nem fios, nem postes para ser transmitida.
Que, ao contrário da outra que mata, destrói e custa anos de dependência econômica, esta liberta e dá vida. A verdadeira vida. E é dada a quem dela buscar. Não tem um boleto/conta para ser paga mensalmente. Já foi paga antecipadamente por Jesus, pois assim como a luz da hidroelétrica utiliza-se de postes de madeira para chegar até onde as pessoas estão, Jesus também chegou até nós pelo sacrifício da cruz. Como um fio esticado nos postes, seu corpo foi esticado para poder adecuar-se à cruz feita para as medidas do corpo de outro homem.
Sua luz nunca falha. Não tem apagão. Não tem queda. Basta a si mesma. Não gasta nada da natureza para se renovar. Mas renova tudo que está gasto em nós.
Tudo resumido num homem. Simples. Isaias profetizou 700 anos de seu nascimento:...” um homem de muitas dores, sem beleza ou encanto, desprezado por aqueles a quem veio, é a luz do mundo, mas que o mundo não a reconheceu. Que não tinha uma pedra para recostar sua cabeça...” ( Is. 53:3) (Jo. 3:19) ( Mt. 8:20)
Que homem era este que só amou? Que só fez o bem? Que capacidade de doação é esta, que se mantém ainda nos dias de hoje.
Ele precisa de lâmpadas para se propagar. Aquele que o adoram e o servem são como lâmpadas capazes de brilhar sobre a escuridão. Alguns com maior ou diferente voltagem ou intensidade, mas todos com a fonte de luz em comum.
“Eu sou a luz do mundo, quem vier a mim, ainda que esteja morto, viverá “
Se olharmos na natureza, toda a planta, mesmo com seu pé grudado na terra, sempre dá um jeito de se voltar, de voltar sua ramada de folhas (por onde absorve o alimento suficiente para processar a fotossíntese), para o sol que é nossa fonte material de luz.
O ser humano, mesmo com seu pé livre, tem voltado às costas para a verdadeira luz. Jesus disse: ...”minhas palavras são luz para teus pés...”
Suelisilvânia (inacabado)
No último ano do Ensino Médio, eu lembro que meus colegas de aula apresentaram um trabalho sobre a Hidroelétrica de Itaipu. Era algo majestoso. Quilômetros de construção humana. Me senti pequena na classe, ouvindo a descrição: Custou milhões/bilhões (?) de dólares, foram necessários investimentos de mais de um país.
Para sua construção foram gastos milhares de caminhões de concreto, milhares de quilos de ferro. Custou a vida de muitas pessoas que morriam soterradas por erros técnicos e humanos.
Levou alguns anos para ser construída.
Foi necessário destruir enorme porção de mata nativa, reservas naturais. Milhares de espécies da fauna e flora foram sacrificadas pela agressão repentina aos habitats. Quedas dágua sumiram em decorrência da repressão das águas.
Era a maior hidroelétrica do mundo em tamanho e produção de quilowatss de energia, suficientes para abastecer parte do Brasil e Paraguai.
A energia por ela produzida (de alta tensão), se fazia necessário passar por diversas estações de processamento que a transformam numa energia capaz de ser aproveitada para uso industrial e humano. E esta energia vem através de fios suspensos em postes até chegar às pessoas.
O homem natural fica pasmado diante de tamanho poder e grandiosidade.
O homem natural, racional/informado, não se apercebe que existe uma força que excede toda força resultante da mão humana.
Uma usina que não destrói nem fauna nem flora, nem precisa de reprocessamento, nem fios, nem postes para ser transmitida.
Que, ao contrário da outra que mata, destrói e custa anos de dependência econômica, esta liberta e dá vida. A verdadeira vida. E é dada a quem dela buscar. Não tem um boleto/conta para ser paga mensalmente. Já foi paga antecipadamente por Jesus, pois assim como a luz da hidroelétrica utiliza-se de postes de madeira para chegar até onde as pessoas estão, Jesus também chegou até nós pelo sacrifício da cruz. Como um fio esticado nos postes, seu corpo foi esticado para poder adecuar-se à cruz feita para as medidas do corpo de outro homem.
Sua luz nunca falha. Não tem apagão. Não tem queda. Basta a si mesma. Não gasta nada da natureza para se renovar. Mas renova tudo que está gasto em nós.
Tudo resumido num homem. Simples. Isaias profetizou 700 anos de seu nascimento:...” um homem de muitas dores, sem beleza ou encanto, desprezado por aqueles a quem veio, é a luz do mundo, mas que o mundo não a reconheceu. Que não tinha uma pedra para recostar sua cabeça...” ( Is. 53:3) (Jo. 3:19) ( Mt. 8:20)
Que homem era este que só amou? Que só fez o bem? Que capacidade de doação é esta, que se mantém ainda nos dias de hoje.
Ele precisa de lâmpadas para se propagar. Aquele que o adoram e o servem são como lâmpadas capazes de brilhar sobre a escuridão. Alguns com maior ou diferente voltagem ou intensidade, mas todos com a fonte de luz em comum.
“Eu sou a luz do mundo, quem vier a mim, ainda que esteja morto, viverá “
Se olharmos na natureza, toda a planta, mesmo com seu pé grudado na terra, sempre dá um jeito de se voltar, de voltar sua ramada de folhas (por onde absorve o alimento suficiente para processar a fotossíntese), para o sol que é nossa fonte material de luz.
O ser humano, mesmo com seu pé livre, tem voltado às costas para a verdadeira luz. Jesus disse: ...”minhas palavras são luz para teus pés...”
Suelisilvânia (inacabado)
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